Dados de mercado, método comercial e o que muda na regulação — escrito para o corretor que quer decidir com números, não com achismo. 55 artigos publicados, organizados em guias completos por tema — sucessão, objeções, comissionamento, prospecção, gestão de carteira, CRM e regulação — cada um com artigos satélite que aprofundam um ponto específico.
A ansiedade financeira do corretor não some em ano bom. O indicador que separa sobrevivência de construção e os quatro movimentos que estabilizam.
O que acontece com quem ouve "não" todos os dias, por anos. Por que a resposta motivacional do setor não funciona e onde buscar apoio.
O teto não é de competência, é de horas. O teste de duas semanas, a conta de custo contra retorno e a matriz do que nunca se delega.
O corretor de vida não sofre de falta de esforço, sofre de falta de instrumento. Os oito números e o ritual de trinta minutos da segunda.
Primeiro ano, renovação e estorno: como a remuneração do corretor de seguro de vida se comporta ao longo dos anos e onde o dinheiro se perde.
Uma apólice de vida gera lançamentos por três anos. As quatro perdas silenciosas do controle manual e o método de seis campos.
A seguradora sabe o que pagou. Só você pode saber o que era devido. As cinco divergências comuns e o método de conferência em cinco passos.
A meta anual não diz o que fazer numa terça-feira. O desdobramento em cinco níveis que transforma R$ 240 mil em sete contatos por dia.
CRM genérico registra negócios que fecham uma vez. Seguro de vida rende depois do fechamento. Onde a estrutura quebra e o que dá para contornar.
Aniversário perdido, cancelamento não antecipado, comissão não conferida: o método para calcular quanto a planilha custa por ano na sua carteira.
As dez perguntas que revelam o limite de qualquer CRM de seguros, com as respostas do Insurance Pro — inclusive as duas desfavoráveis.
App, link com modelo ou API oficial: as três formas de ligar WhatsApp a um CRM de seguros, com custo por mensagem e riscos de cada uma.
As dez etiquetas que organizam o funil de venda de vida no WhatsApp Business, a rotina de dez minutos que mantém o método e onde ele deixa de funcionar.
Se o número piorar, o que você faz amanhã de manhã? O filtro que separa dashboard de relatório e os quatro blocos da tela inicial.
O processo completo para migrar a carteira da seguradora para um CRM: as três chaves de consolidação, os quatro números a conferir e o teste da reimportação.
Diante da LGPD, o responsável pela base dos seus clientes é você, não o fornecedor. As oito perguntas a fazer antes de assinar.
Cinco das sete causas de cancelamento dão sinal antes. Quais são, qual a janela de ação de cada uma e o que monitorar toda semana.
Os quatro grupos de cliente inativo, o motivo de contato que funciona para cada um e as mensagens prontas — com a conta da receita potencial.
Uma carteira de 400 clientes gera 400 conversas por ano com motivo pronto. Por que a maioria vira felicitação inútil e como usar a data.
O capital contratado perde valor todo ano, mesmo quando nada muda. A estrutura de revisão em vinte minutos e os três desfechos possíveis.
O setor de seguros cresceu 0,76% no 1º trimestre de 2026. O seguro de vida cresceu 11,63%. Os números do ano, com fonte e uso prático.
82% dos brasileiros adultos não têm seguro de vida. O que esse número significa, o que ele não significa e por que não indica saturação.
A Resolução CNSP 493/2026 entra em vigor em 17 de janeiro de 2027. O que muda no registro, na habilitação e na comissão, com checklist.
Duas SPOCs autorizadas até abril de 2026 e o modelo em revisão. O que o Open Insurance muda, o que não muda e por que o corretor ficou de fora.
Diante da LGPD, o corretor é controlador da base dos seus clientes. As seis práticas comuns sem amparo legal e os sete passos para corrigir.
O roteiro em seis passos para a objeção mais comum do seguro de vida, com a base legal da Lei 15.040/2024 sobre seguros coletivos.
Em seguro de vida, dar desconto significa reduzir capital. As quatro formas de reancorar valor sem mexer no preço da apólice.
A cadência dia a dia para os sete dias depois do "vou pensar", com as cinco mensagens prontas — e por que "e aí, pensou?" não funciona.
As doze perguntas, em quatro blocos, que levam o cliente a articular sozinho a necessidade de proteção — com o que fazer depois de cada uma.
O deslocamento que torna a conversa possível, a frase de permissão que muda a reunião e os quatro limites que não devem ser cruzados.
O método de quatro parcelas para dimensionar o capital segurado, incluindo o custo de transmissão que quase ninguém calcula.
Os cinco blocos de uma reunião de fechamento de 40 minutos, com o tempo de cada um — inclusive o bloco que quase ninguém faz.
Profissional de alta renda reconhece discurso genérico em trinta segundos. Os três roteiros, com a pergunta de abertura de cada perfil.
"Conhece mais alguém?" não produz indicação. Por que a pergunta aberta falha e o método em quatro movimentos, com script completo.
O recurso mais escasso do corretor não é tempo, é decisão. O plano trimestral que decide antes: semana zero, três fases e a rotina semanal.
O funil de vida tem seis etapas, não quatro. Como medir as suas cinco taxas em noventa dias e descobrir quantos contatos valem uma apólice.
Lista comprada não converte, queima seu nome e não tem base legal. As fontes legítimas, os quatro critérios de qualificação e o mapa de mercado.
Não. O capital pago por morte não é herança, segundo o art. 116 da Lei 15.040/2024 — que revogou o art. 794 do Código Civil. Resposta atualizada.
A LC 227/2026 tirou o seguro de vida do ITCMD e tornou a progressividade obrigatória. O que muda no argumento sucessório do corretor de vida.
O STF declarou inconstitucional o ITCMD sobre VGBL e PGBL e rejeitou a modulação de efeitos. Quem pagou nos últimos cinco anos pode pedir restituição.
A progressividade virou obrigatória, mas nem todo estado adaptou a lei. O panorama da transição e como usar a alíquota certa na venda de seguro de vida.
As três parcelas do custo de um inventário, a multa por perder o prazo de 60 dias e o método para estimar o número no caso concreto.
Holding não isenta de ITCMD, e a LC 227/2026 reduziu a vantagem de base de cálculo. Quando a combinação com seguro faz sentido e quando é despesa.
O capital por morte é isento pela Lei 7.713/88, mas a COSIT 28/2026 restringiu a isenção no VGBL. O que mudou e onde o corretor erra.
Os três ficam fora do inventário e do ITCMD. No imposto de renda são produtos diferentes — e confundi-los custa a venda.
O seguro que mantém a empresa funcionando quando o sócio-chave falta — e a exigência de declaração de interesse do art. 8º da Lei 15.040/2024.
Como estruturar um acordo de sócios financiado por seguro de vida: base legal, três desenhos possíveis e a tributação de cada um.
Funil comercial, comissão e revisão de carteira — feito para quem vende seguro de vida.